A adolescência é uma fase de mudanças, de descobertas e incertezas.

O corpo e o cérebro passam por transformações, chegam mais responsabilidades na escola, o desejo de mais liberdade e autonomia, a sexualidade aflora, as ficadas e namoros entram em cena e, nessa fase de transição entre a infância e a idade adulta.

O adolescente quer ser cada vez mais responsável por suas decisões.

Este é um período de alegrias, amizades e gargalhadas, mas que tem também os seus conflitos.

Vamos conversar a respeito?

Movimento promoverá debates e informações e atividades sobre educação sexual, prevenção da gravidez na adolescência e planejamento familiar.

Campanha conta com apoio de ginecologistas, sexólogos e educadores.

Um dos conflitos pode estar associado à gravidez não-planejada. Como lidar com essa situação?

Segundo estudo divulgado em 2014 pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), em países em desenvolvimento, como o Brasil, a cada dia, 20 mil meninas com menos de 18 anos dão à luz, e a cada ano, cerca de 70 mil delas morrem de causas relacionadas à gravidez e ao parto.

Além do risco à saúde, muitas vezes, os adolescentes precisam deixar de lado oportunidades de estudo, trabalho, lazer e se tornam alvo de discriminação. 

Por isso, a EMS, maior laboratório farmacêutico no Brasil, acaba de lançar a campanha nacional “A vida é feita de escolhas”, para levar informações de qualidade sobre educação sexual, prevenção de gravidez e planejamento familiar a mulheres e homens em todo o Brasil, principalmente para adolescentes em fase de iniciação da vida sexual.

“A ideia é de falarmos sobre prevenção, do uso dos métodos contraceptivos e, ao mesmo tempo, esclarecer dúvidas sobre sexualidade, de forma leve e baseada no diálogo”, explica Joaquim Alves, diretor de Marketing e Demanda da unidade de Prescrição da EMS. 

Consenso entre os principais estudos brasileiros e internacionais sobre o assunto, a orientação é sempre um caminho essencial para a prevenção da gravidez na adolescência, um problema de saúde pública no Brasil.

O objetivo do movimento é fazer esse trabalho de conscientização para estimular discussões, o engajamento e a mobilização.

A ideia central é trabalhar para que gravidez na adolescência seja fruto de uma escolha e não um “acidente”.

As informações sobre comportamento, saúde e educação sexual terão o respaldo de especialistas, como ginecologistas, sexólogos e educadores.

Ações da campanha

Para se aproximar dos adolescentes e jovens, o movimento “A vida é feita de escolhas” tem forte presença digital, com o lançamento do hotsite www.avidaefeitadeescolhas.com.br, e já está também no Facebook, Instagram e Youtube.

Nesses canais, a empresa apresentará, mensalmente, uma série com episódios em vídeo sobre temas de interesse dessa faixa etária, como mudanças no corpo, tensão pré-menstrual, virgindade, escolha do método anticoncepcional e ciclo menstrual, conteúdos produzidos por médicos de renome.

Os assuntos também serão abordados em folhetos educativos a serem produzidos e distribuídos pela EMS. 

As personagens Niki e Lyne, presentes nos materiais de comunicação, no hot site e nas redes socais, foram criadas para personificar as adolescentes, gerarem identificação com este público e “vivenciarem” algumas das situações reais.

Ao longo do movimento, elas ganharão a companhia de vários amigos para conversarem sobre gravidez e sexualidade. 

A gravidez na adolescência traz impactos na vida das pessoas, principalmente entre as mulheres.

Deve-se considerar ainda o aumento do número de casos de AIDS e de doenças sexualmente transmissíveis entre os adolescentes e jovens.

Outro ponto relevante é que a vida sexual dos brasileiros e brasileiras está começando cada vez mais cedo e não existem estatísticas sobre os casos de gravidez entre os pré-adolescentes. 

Próximos passos

Nos próximos meses, a campanha levará a palestra “Mulher no Controle” para mais de 350 escolas, faculdades e empresas espalhadas pelo Brasil.

A apresentação será conduzida por profissionais da saúde de cada região, e abordará temas como gravidez na adolescência, prevenção de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e planejamento familiar. 

Também para este ano, o movimento prevê, entre outras iniciativas, a realização de 60 palestras da psiquiatra e sexóloga Dra. Carmita Abdo, livre-docente pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e presidente da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP), para médicos ginecologistas, sobre sexualidade e o comportamento.

O conteúdo terá transmissão online e interação por aplicativo, com previsão de atingir mais de cinco mil profissionais pelo Brasil.

Site: www.ems.com.br

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